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 Ficha Iwasaki Chie

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AutorMensagem
Iwasaki Chie
Representante de Classe [1-A]
Representante de Classe [1-A]
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Mensagens : 127

Ficha de Atributos Básicos
Raça: Invoker
Nível: 6
Experiência:
815/1000  (815/1000)

MensagemAssunto: Ficha Iwasaki Chie   Sex 18 Out - 22:58

Ficha Personagem

Nome Completo: Iwasaki Chie

Idade: 15
Data de Aniversário: 31/10

Sexo: Feminino

Ocupação: Estudante 1º ano
Avatar 1: Sucy Manbabalan - Little witch academia
Avatar 2:
Avatar 3:

Youkai: Invoker

Aparência: Tendo pouco mais de 1,60m, Chie sempre anda com uma capa cobrindo boa parte de seu corpo. Ela usa uma camada de maquiagem em seus olhos para cobrir a olheira que adquiriu com o tempo ao gastar noites em claro pesquisando sobre assuntos que lhe eram interessantes, mesmo que um dos olhos esteja sempre coberto pelo seu cabelo, liso e púrpura claro. Ela está quase sempre séria e aparenta ser um pouco reclusa e até mesmo tímida para alguns.

Personalidade: Chie possui uma personalidade única, costuma não julgar as outras pessoas como  ruins antes de ter uma boa conversa com elas. O problema é que após conversar com as pessoas elas se provam ter um intelecto que não é capaz de acompanhar o de Chie, o que a fez um pouco distante dos outros, fazendo com que ela se fechasse mais para si, já que poucas pessoas eram capazes de entender como ela se sentia e menos ainda possuíam intenções boas o suficiente para não precisarem de um intelecto avançado. Cheia de dúvidas internas, afinal de contas a ciência diz que não existe dúvidas absolutas, Chie às guarda para sí de forma a não se frustrar tentando dividir o seu peso com pessoas incapazes de entendê-la. Ela é, no entanto, perfeitamente capaz de fazer amigos, mesmo que eles não a entendam por completo.

Ficha Habilidades


Ficha + Habilidades



Força: 10
Agilidade: 10
Destreza: 100
Inteligência: 250
Vitalidade: 30
Magia: 100

Habilidades Especiais

Habilidade Passiva: Runed hands
Descrição: Os antebraços de Chie são desenhados, com uma substância composta que ela mesmo fez, formando alguns tipos de runas. A substância usada é mágica e as runas são como instruções para que a magia seja perfeitamente direcionada para o que Chie quer que ela seja feita. São runas bem simples para uma finalidade bem simples, executar suas habilidades com maior perfeição e rapidez. Portanto, cada habilidade que Chie usa diminui um turno do cooldown de todas as outras habilidades à sua disposição.

Habilidade 1: Jacket Pocket (4 turno CD) (25 de Mana)
Descrição:
Chie possui um estoque ilimitado de poções, porém ela não pode usá-las todas de uma vez, é claro. Para invocar uma poção é normalmente necessário esperar 3 turnos (sem a ação de sua passiva), Chie invoca somente uma poção por vez, porém elas sempre serão invocadas sempre na seguinte ordem:
Poção de cura - Cura o equivalente à 40% de seu ataque mágico
Poção de magia - Aumenta o ataque mágico em 25% durante 3 turnos
Poção de cura - Cura o equivalente à 40% de seu ataque mágico
Poção da guarda - Aumenta a defesa e defesa mágica em 20% por 2 turnos.
Obs: O nome da habilidade é devido ao fato de Chie sempre invocar suas poções benéficas de sua jaqueta. Embora isso não seja necessário.

Habilidade 2: Hat Pocket sadia (4 turnos CD) (50 de Mana)
Descrição:
Da mesma forma que cria suas poções benéficas, Chie também possui uma infinidade de poções que podem causar danos à seus oponentes. Como a habilidade anterior, Chie é capaz de invocar várias poções de efeito destrutivo e arremessá-las em seus oponentes com extrema proficiência (sim, além dela ter treinado bastante sua mira, ela possui um talento natural para acertar onde quer além de seu talento para adivinhar onde o inimigo irá estar). Ao arremessar uma poção ela irá explodir assim que entrar em contato com algo físico ou assim que Chie der o comando mágico para que ela exploda, além disso a explosão possui um diâmetro de ⅓ de seu alcance e as poções que não causam um dano direto emanam um ar tóxico que prejudica o oponente assim que entra em contato com sua pele ou assim que o mesmo respirar o gás. Chie invoca somente uma poção por vez, porém elas sempre serão invocadas sempre na seguinte ordem:
Poison bomb- Causa um dano de 40% de seu ataque mágico por turno durante 4 turnos
Paralyze -  Paralisa o oponente durante o próximo turno inteiro de sua ação, o deixando indefeso para seu próximo ataque.
Molotov - Possui o nome de molotov, porém a explosão é muito mais potente do que um molotov comum, causando um dano direto de 90% de seu ataque mágico e queimando o oponente, dando um dano de mais 30% de seu ataque mágico no próximo turno
Obs: O nome da habilidade é devido ao fato de Chie sempre invocar suas poções maléficas de seu chapéu. Embora isso não seja necessário.
Obs²: Chie desenvolveu antídotos para suas poções, portanto com exceção do Molotov, Chie não é capaz de se machucar.


Habilidade 3: Absorb (6 turnos CD) (60 de Mana)
Descrição: Chie invoca um escudo alquímico, que absorve o equivalente à 120% do ataque mágico de Chie, em volta dela ou de qualquer aliado (Se a pessoa rejeitar a idéia do escudo ser formado em volta de sí ele simplesmente será desfeito). O escudo se sustenta de mana, portanto ele suga mana dela para ser executado, porém se a habilidade for utilizada novamente no turno seguinte (ou assim que outra habilidade puder ser usada), Chie pode sugar toda a energia do escudo, fazendo com que o alvo receba completamente o dano que o escudo absorveu. Porém Chie absorve o equivalente à 25% desse dano em mana. O escudo dura somente esses dois turnos, caso o dano que ele receba exceda o total que ele absorve, ele continuará ativo, porém não bloqueará mais dano algum. O total de mana absorvido ao reativar a habilidade é a porcentagem de todo o dano passado por ele até então, não importando se ele consegue ou não absorver (Da mesma forma que o dano à ser recebido será maior caso o escudo não consiga suportar o ataque, já que além do que vazou ele o descarregaria outra vez). Caso o alvo em questão morra e caso esse alvo não seja Chie, o dano é descarregado no corpo do alvo, retornando somente a mana para Chie.

Habilidade 4: Homunculus (5 turnos CD) (70 de Mana)
Descrição: Chie é capaz de invocar um homunculus, ser de vida artificial criado através de suas pesquisas e habilidades alquimicas. O homunculus porém, por ser uma forma de vida artificial, possui quatro estágios de vida:
Nascimento (1º turno): O homunculus é invocado de forma mágica, misturando os elementos que Chie tem à sua disposição. Nesse estágio ele não é capaz de fazer nada.
Consciência (2º turno): No turno seguinte sua consciência está formada, o possibilitando atacar seus inimigos ou defender sua mestra.
Reprodução (3º turno): O homunculus se divide em dois, os dois então voltam para o estado de nascimento (somente nesse turno, possibilitando um ataque no próximo). Cada reprodução suga o equivalente de energia para sumonar um homunculus normal, fazendo com que Chie gaste sua mana gradativamente numa velocidade cada vez maior.
Morte (5º turno): Ao se reproduzir uma segunda vez o Homunculus morre.

A ficha de atributos do Homunculus é a seguinte:
HP:  50% do Atk Mágico
Regeneração de HP: 2% do ataque mágico.
Mana: 0
Regeneração de MP: 0
Ataque: 40% do Atk Mágico
Velocidade de Ataque: 1
Defesa: 40% do Atk Mágico
Alcance: 10% do Atk Mágico
Velocidade de Movimento: 110 + 50% do Atk Mágico
Crítico: 200% do Dano de ataque básico
Ataque Mágico: 0
Defesa Mágica: 40% do Atk Mágico
Concentração: 0

O Homunculus não possui magia nem mana, porém pode ser afetado por magia e consegue atacar escudos mágicos e objetos ou pessoas intangíveis. Seu ataque básico consiste em estender de seu próprio corpo (que é basicamente o de uma gosma em formato de pudim) um espinho único que vai até metade de seu alcance.


Informações Extras:
-Chie tem um conhecimento acumulado absurdo, portanto ela pode ser considerada uma enciclopédia ambulante.
-Chie tem uma predisposição incrível para qualquer tipo de arte, além de uma genialidade que à torna capaz de aprender qualquer tipo de coisa que já não possua conhecimento em pouquíssimas experiências, com apenas seu poder de dedução.
-Chie consegue criar aparatos e invocar criaturas que são capazes de ajudar com o seu dia-a-dia, como um virador de páginas para seus livros, um pequeno gato que é capaz de ver no escuro, coisas do tipo.
-Chie é capaz de usar mágicas elementais básicas também para ajudar no seu dia-a-dia, nada propício para combate.



Biografia

ishiwaki, cidadezinha no interior do japão, tem pouco mais de 30 mil habitantes, sendo uma grande parcela desses habitantes uma classe seleta de bruxos. Havia na cidade uma sociedade mágica composta por 4 famílias, a família Iwasaki, a família Aoki, a família Kubo e a família Shimizu. A cidade era bem pequena, porém a sociedade mágica que a compunha era já tão grande que aproximadamente metade da cidade fazia parte de tal sociedade. Os bruxos, porém, eram completamente cientes e bem dotados de filosofia, já que por tanto tempo estudaram escondidos dos humanos que tanto os desprezavam. Eram eles uma “raça superior”, portanto eles se sentiam no dever de preservar a ordem e as leis da natureza, protegendo os humanos de qualquer perigo sobrenatural e protegendo a natureza dos humanos. Era, sem sombra de dúvidas, o caminho mais difícil a ser seguido, porém que foi escolhido pelos ancestrais de cada família, cada um sendo capaz de controlar um tipo de magia, Iwasaki Seijuro, controlando magias de terra, sendo capaz de criar montanhas à sua vontade, assim como voltá-las para o solo de onde vieram, Aoki Bo, sendo capaz de controlar a parte viva da natureza, podendo até mesmo soprar vida àqueles que estão prestes à perdê-la, Shimizu Rin, possuindo uma magia similar e fazendo uma parceria perfeita com Aoki Bo, sendo capaz de controlar a energia das águas, tendo seu poder estendido para qualquer criatura viva que possuísse uma vida à base de água, podendo usar sua energia para reparar qualquer tipo de dano físico interno e externo que causasse algum mal à tais criaturas, bem como o contrário, e por fim, Kubo Kazuo, o mais poderoso de todos os três, capaz de controlar a magia de todos eles além de sua própria magia de fogo. Eles existiram há muito tempo atrás e seus poderes só atingiram tais proporções pois tiveram de lutar contra exércitos de humanos para sobreviver, era uma época difícil, os humanos não só sabiam da existência de magos e criaturas sobrenaturais como eram muito mais fortes fisicamente do que os magos em si. Os magos por si só não apresentavam nenhuma ameaça aos humanos, porém eles temiam o desconhecido, somente a existência de um poder capaz de controlar as forças da natureza já era um pensamento que assolava a mente de todos na época. Então, consumidos pela raiva, Seijuro, Bo, Rin e Kazuo, membros da elite de magos da época, formaram um time de abatedores para combater os humanos ignorantes e selvagens que sem razão alguma provocavam a guerra, afinal de contas o que eles mais queriam era somente a paz. Com o tempo, o desejo pela paz e o real objetivo de terem formado aquele time se perdeu em meio ao sangue gerado pelas inumeras batalhas que eles tiveram, o que fizeram com que seus poderes se tornassem parte de lendas e que seus nomes fossem escritos nos livros de história de magos ao redor do mundo. Um dia, porém, toda pessoa que vive o suficiente, seja ela um humano ou um mago reflite sobre os atos que já fez na vida… Kazuo olhou para o passado e viu o que fez, liderou um grupo de elite com poderes acima da compreensão para, a principio defender seu povo e lutar pela paz, porém percebeu que na verdade era somente uma desculpa que ele havia encontrado para continuar lutando e causar o extermínio das feras que eles conheciam como humanos. Abalado por suas escolhas, Kazuo ficou três dias inteiros imóvel olhando para as estrelas no topo de uma montanha. A montanha era um ponto muito conhecido por ambos humanos e magos, portanto era um ponto comum de batalha, estando imóvel, kazuo foi defendido por seus três companheiros durante três dias e três noites incessantes, afinal de contas era a única chance que os humanos tinham de acabar com o líder de um dos grupos mais poderosos da época. Bo, Rin e Seijuro sabiam o quão importante para eles era meditar sobre suas existências perante a natureza, portanto fizeram o que puderam para guardar a vida de seu líder até que ele terminasse sua reflexão. Na terceira noite então Kazuo sem emitir som algum simplesmente levanta-se e começa a andar sem um rumo aparente, Bo e Rin o protegeram enquanto Seijuro abria caminho para que ele passasse, aparentemente ainda estava em meio ao transe. Saindo do campo de batalha então Kazuo virou-se para seus companheiros e disse:

stá na hora de parar…”

As palavras ecoaram em suas mentes e corações como as broncas que eles recebiam de seus pais quando eram pequenos, porém com uma potência monumentalmente maior. Seijuro ajoelhou-se ali mesmo, derrubando seu cajado enquanto Bo e Rin abraçaram-se em pranto. Eles finalmente encerrariam aquela luta sem sentido, eles não sabiam como, não sabiam quando, porém sabiam que aquilo deveria parar.

A partir desse dia, não se ouviu falar desses quatro durante sessenta longos anos, os líderes da sociedade mágica da época haviam os considerados traidores e desertores, colocando uma pena de morte sobre suas cabeças, mesmo que ninguém se atrevesse à procurá-los já que eles estavam no topo da “cadeia alimentar” da época.

Depois desses vinte anos então, surgiu numa vila pacata e distante, longe da civilização, uma notícia de que havia um novo grupo de magos surgindo, querendo reconhecimento pela sociedade mágica. O problema, porém é que os líderes das cidades carregavam os nomes amaldiçoados pelos magos da época, Iwasaki, Shimizu, Aoki e Kubo. Eram eles ninguém menos que os filhos, descendentes diretos dos quatro magos lendários da época. Obviamente que a sociedade de magos da época não ficou nem um pouco feliz com o retorno dos desertores, mesmo que não sejam eles em pessoa, declarando guerra àquela vila, humanos ou não. Durante dez anos, os filhos e netos dos quatro magos lendários foram o suficiente para segurar hordas de magos atacando a vila, que na época não tinha mais do que dois mil habitantes, sendo muito mais fácil de ser protegida. Eles então declararam o motivo de terem conseguido tamanho poder, comparável aos magos lendários, mesmo sem terem experiência de guerra como eles tinham. Eram eles nada mais nada menos do que mestiços, nascidos de humanos e magos, com potencial para conviver em ambas as sociedades, se declarando protetores de magos, humanos e da natureza, fazendo com que todos os magos que os atacaram durante os dez anos voltassem para casa sem nenhuma casualidade, tamanho era o poder de seus descendentes. A sociedade mágica da época foi então obrigada a aceitar a integração das quatro famílias. Por centenas de anos a partir daí magos e humanos conviveram quietos e em paz naquela pequena vila. Os meio-magos preferiam fazer parte de uma sociedade humana à uma sociedade cruel mágica, portanto cada vez mais os magos utilizavam menos suas magias, de modo a interagir melhor com os humanos ao seu redor, fazendo com que o próprio conceito de magos fosse esquecido com o tempo. Então em certo tempo da história, os magos para os humanos se tornaram nada além de lendas. A existência daquela vila, assim como Kazuo esperava, foi uma gigantesca influência para que houvesse a paz entre humanos e criaturas sobrenaturais, seu plano havia sido bem sucedido, fazendo com que ele tivesse sua redenção depois de causar tantas mortes e centenas de anos depois de já haver ido para o próximo plano. O que ele não havia previsto, porém, é que a sociedade de magos continuou crescendo, e com o esquecimento do passado, também houve, junto com o esquecimento do ódio, das guerras e sofrimento, o esquecimento dos ensinamentos de seus antepassados. Sendo assim, a sociedade de magos, ou melhor, meio-magos agregou todo o conhecimento que eles possuíam, aumentando seu poder tanto de forma individual como de forma política, fazendo daquela pequena antiga vila uma cidade importante para a sociedade mágica atual. Mesmo esquecendo os ensinamentos básicos de seus ancestrais, os magos possuíam um ótimo julgamento e conhecimento sobre a filosofia, que foi o que os mantiveram em segredo por tanto tempo. Porém em dada época começou a surgir pontos de discórdia, gerados por pensamentos egoístas de ideologias errôneas, alguns magos que se achavam superiores aos humanos simplesmente por possuirem dons que eles não eram capazes de possuir. Assim, lentamente, a sociedade de antes passou a proteger a natureza, proteger o sobrenatural e controlar os humanos ao invés de protegê-los como sempre fizeram. A diferença não era grande e para a maioria dos magos, porém é com diferenças sutis que coisas ruins começam à acontecer. Aos poucos a vila que era o símbulo de liberdade se tornou uma sociedade capitalista controladora de minorias, os magos usavam o sistema político como armas para controlar a vida dos humanos ali. Duas das famílias, a família Shimizu e Aoki, não apoiavam esse tipo de relação entre os humanos e magos, sendo que eles se tornavam cada vez mais distantes, deixando os humanos numa situação não muito diferente de ratos num laboratório. Por outro lado a família Iwasaki apoiou a decisão da família Kubo. Sendo assim, Shimizu Ikeda, atual representante da família Shimizu, resolveu que iria lutar contra esse regime pseudo-escravista, mas que para isso, precisaria de várias peças para que pudesse executar uma jogada forte contra os sistemas atuais. Em conjunto com o representante da família Aoki, decidiu então enviar para a maior academia Youkai do japão uma das peças chave da esperança que elas tinham de uma sociedade melhor, uma criança conhecida como Iwasaki Chie, que apesar de ser da família Iwasaki, demonstrava incrível genialidade e predisposição à magia, assim como todas as outras artes e tudo o que envolvesse ela ter de usar o seu intelecto, como filosofia e até mesmo artes marciais se isso a despertasse o interesse, porém essa é em particular uma arte que ela não se tornou particularmente interessada.

Iwasaki Chie, mesmo sendo da família Iwasaki, foi criada por Shimizu Ikeda depois de sua mãe, uma humana, ter morrido ao dar a luz à ela. Seu pai foi um mago extremamente inteligente e poderoso, capaz de invocar criaturas incríveis e temíveis, porém ele acabou desaparecido depois de ter sido enviado numa missão ao exterior, deixando sua mulher grávida sozinha em sua família. Numa época de conflitos internos, Chie acabou indo aos cuidados da família Shimizu ao invés da família Iwasaki, justamente pela família oferecer um maior apoio e conforto aos humanos em seus serviços de saúde, lembrando mais uma vez que preconceitos como esse não eram divulgados dessa forma abertamente, os magos possuíam suas maneiras de categorizar os humanos, seja aprovando um plano de saúde para um e não para outro ou empregando somente magos em uma empresa e humanos em outra, no fim eles acabavam conseguindo parcialmente o que queriam… E conseguiriam ainda mais se não fosse pelo conflito entre as famílias que estava começando a nascer, fazendo com que os humanos entrem debaixo das asas da família Shimizu e Aoki enquanto que os magos da família Iwasaki e Kubo permaneciam “puros” até determinada altura.

hie disse sua primeira palavra aos 2 meses de idade, enquanto outros bebês estavam mal abrindo os olhos Chie já havia conseguido vibrar suas cordas vocais de forma adequada… Ou quase adequada. Shimizu Ikeda então percebeu que o esforço que passara para defender aquela humana e sua filha havia sido pago muito antes do que ela antecipava, aparentemente a filha que nasceu era uma pequena genia. Isso foi somente cada vez mais comprovado ao longo de sua criação, sendo que aos 3 anos de idade ela já era capaz de formular sentenças complexas, equações matemáticas, ler qualquer palavra em qualquer posição, tirando o fato de que já havia memorizado uma boa parcela de livros de história e geografia, demonstrando um alto interesse em todos os assuntos teóricos que lhe era passado. Ikeda começou então à ensiná-la sobre magia, sim, aos 3 anos de idade Chie começou a aprender sobre magia. Ela demonstrou ter uma certa aptidão mágica, porém, não era ela tão grande quanto à de alguns magos daquela cidade, incluindo até mesmo colegas de maternidade, sendo que alguns deles já eram capazes de demonstrar seus poderes por puro instinto. Chie, por outro lado, teve de estudar a sua parte antes de conseguir praticar qualquer coisa. Sua vantagem, porém, é que estudar para ela era não só algo divertido como rotineiro e extremamente rápido, o que à permitiu ser capaz de memorizar vários tipos de magias utilitárias. Chie então se aprofundou na área de invocação que era o que ela mais demonstrava aptidão natural, mesmo que não seja uma aptidão tão alta. Aos poucos se tornou capaz de invocar minúsculas criaturas que na pratica não tinham poder algum, porém eram muito úteis no cotidiano da garota, a ajudando a carregar seus livros e afins. Aos 5 anos de idade, Chie iniciou então sua vida escolar, foi aí que sua personalidade, que até então era alegre e encantadora, se tornou um pouco mais fria e fechada. Ela não sofreu nenhum tipo de bullying, ela não era menos poderosa do que magos comuns e a maioria da sala dela eram tão fortes fisicamente do que ela, ou seja, fracos como uma pena, ou como bons magos… O que foi aos poucos fazendo com que ela se fechasse em seu próprio mundo foi o fato do intelecto dela ser bruscamente superior ao de seus amigos. Aparentemente as únicas pessoas Às quais Chie conseguia conversar normalmente eram os adultos, e nem todos eles, alguns ela mesmo desprezava por achar que eles estavam escondendo algo delas, quando na verdade nem eles eram capazes de acompanhar seu raciocínio. A garota percebeu que era especial e, sabendo que não deveria menosprezar os outros, decidiu guardar a maioria de seus pensamentos para si mesmo. Isso fez com que a garota se tornasse quieta e reclusa, como ela é agora.

ua ânsia por conhecimento fez com que ela se deparasse com o estudo da vida e afins, fazendo com que ela entrasse em contato pela primeira vez aos 7 anos com a sua maior atual paixão, a alquimia. A alquimia parecia ser o estudo mais divertido que ela já havia visto, sendo que era uma ciência que assim como a biologia, estudava a vida, assim como a física, estudava os elementos, assim como a matemática, estudava as dimensões e diversos outros tipos de equações, em outras palavras, era uma ciência que continha outras ciências. Chie passou cinco dias inteiros lendo o primeiro livro que havia encontrado sobre alquimia, foi quando ela adquiriu suas características olheiras. Depois de ter normalizado sua rotina novamente, Chie continuou estudando alquimia até ser capaz de criar suas próprias poções, teorias e dispositivos. Chie foi capaz de testar sua teoria de que a ciência dos humanos em conjunto com a ciência dos magos eram capazes de coexistir, formando algo poderoso… Ikeda foi descobrir sobre a pesquisa de Chie somente quando a mesma já estava em seus 12 anos, nessa época então já era impossível impedir a garota de adquirir o conhecimento que quisesse, portanto ela deu mais um de seus valiosos conselhos, dizendo para guardar aquela pesquisa para si mesma, para não contar para mais ninguém não importando o quão gentil essa pessoa possa ser ou mesmo o quão inteligente ela possa ser. Chie já sabia muito bem o motivo, ela mesmo não pretendia contar para alguém tão cedo, afinal de contas ela já sabia muito bem como funcionava a mente humana, ela já havia lido e presenciado o suficiente para que sua mente fosse capaz de matematizar como os humanos e os magos pensavam, portanto ela fez o que devia fazer, continuou sua pesquisa em silêncio e no seu canto. Aos 13 anos ela criou seu primeiro homunculus, juntando a magia e a ciência para criar tal forma de vida artificial. Ela não aguentou a excitação e teve que mostrar para a única pessoa que confiava, Shimizu Ikeda, afinal de contas era a única pessoa que havia a instruído de forma correta e nunca se desviado do caminho a qual ela mesmo prega. Ikeda ficou pásma ao ver que sua aluna acabava de superá-la, afinal, nem mesmo ela era capaz de unir a magia e os elementos de forma tão complexa a ponto de criar uma vida artificial. Era uma vida extremamente rudimentar, sim, afinal ela era praticamente um composto gigante de uma única cultura de células unidas formando um corpo vivo, porém até mesmo aquilo era mais do que surpreendente, afinal de contas o método utilizado pode ser usado para, futuramente, criar um bebê a partir de elementos químicos e magia. Obviamente tanto Chie quanto Ikeda sabiam quais seriam as repercurssões de inventar um método artificial de se criar vida, portanto, mais uma vez, sua pesquisa ficaria em completo sigilo entre as duas. As duas entraram em acordo que se algum dia Chie precise lutar invocando seus homunculus para defendê-la, que eles seriam invocados com o pretexto de serem criaturas invocadas somente com a energia mágica de um mago, dessa forma ninguém nunca nem pensaria em questionar a existência de tal criatura… Pelo menos nenhum mago, é claro.

oi então Chie enviada para a academia aos 15 anos, supostamente com pouco conhecimento sobre a atual situação de sua vila, já que era o que acreditava Shimizu Ikeda, não tão veemente porém já que mesmo que não houvesse lhe contado sobre a situação quase catastrófica que se encontrava a vila no momento, politicamente falando, sabia que Chie era mais do que capaz de descobrir tais informações sozinha. Chie tinha sido mandada com uma simples meta: Ikeda tinha a esperança que Chie seria capaz um dia de se tornar poderosa o suficiente para assumir um cargo importante na vila tomando a família Iwasaki sob seu comando, assim tendo o apoio de 3 famílias, fazendo com que o conflito fosse cessado. Que ela viria a ter uma habilidade assim era quase óbvio para Ikeda… A esperança dela era que sua consciência pura não fosse corrompida juntamente com o aumento de seus poderes, de forma que o conhecimento sobre o mundo que a cerca e seus ideais continuassem puros e que o caminho que ela seguisse viesse a condizer com o caminho das duas famílias, Aoki e Shimizu.


Última edição por Iwasaki Chie em Qua 2 Abr - 3:06, editado 1 vez(es)
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Nível: 99
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MensagemAssunto: Re: Ficha Iwasaki Chie   Seg 21 Out - 21:19

Ficha aprovada
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